Livros
Há coisas que precisam ser escritas porque, se não forem, permanecem pedindo passagem.
Meus livros nasceram assim.
Não foram escritos apenas para contar histórias, mas para atravessar estados de consciência, encontros, silêncios, perguntas e aquilo que, muitas vezes, não encontra outro lugar senão a palavra.
Cada livro é uma passagem.
Uma voz que encontrou papel.
Um pensamento que decidiu permanecer.
Aqui estão algumas dessas passagens.
Entre personagens, diálogos, revelações, poesia e aquilo que chamo simplesmente de viver, cada obra guarda uma parte do caminho.
Entre.
Leia.
Talvez alguma palavra já estivesse esperando por você.

Mais recente
Um mergulho entre o visível e o invsível.
Poemas, memórias e revelação nascem do encontro entre vida, arte e ser
O segundo
segundo

Uma travessia entre mundos,
onde a vida se revela além do que os olhos alcançam.
Relatos, reflexões e experiências que tocamo invísivel,
num convite à expansão da consciência e à beleza do recomeço.
o primeiro


marcio nai
MÁRCIO NAI
Márcio Nai é artista, escritor, compositor e autor teatral.
Sua obra nasce do encontro entre a palavra, a música, a imagem, o silêncio e a presença — atravessada pela poesia, pela filosofia e por uma permanente investigação sobre o humano.
Nos livros, transforma pensamentos, experiências e inquietações em literatura. Entre suas obras estão A Libélula se Solta aos Poucos — Revelação e Anônimo — Um Viver Além da Vida.
Na música, escreve, compõe e interpreta. Suas canções nascem como extensões de sua escrita: melodias que carregam pensamentos, sentimentos e estados de presença.
No teatro, a palavra ganha corpo, voz e movimento. Personagens, monólogos e diálogos revelam outra dimensão de sua criação, como em Diálogos de Walenttino.
Márcio Nai não separa completamente essas linguagens. Para ele, elas conversam entre si.
Livros. Música. Teatro.
Três caminhos diferentes para a mesma inquietação: criar.
Onde a palavra pode virar música.
A música pode virar cena.
E a cena, talvez, revelar aquilo que ainda não tinha nome.
Márcio Nai — uma obra e
Artista, escritor, compositor, poeta, fotógrafo, visagista, consultor de imagem e criador.
Márcio Nai construiu sua trajetória profissional e artística na intersecção entre imagem, comportamento, beleza, palavra, música e expressão humana.
Nascido em São Miguel dos Campos, Alagoas, em 22 de novembro de 1982, iniciou sua formação em diferentes campos do conhecimento, reunindo Letras, Filosofia, Visagismo e Fotografia. Essa formação múltipla tornou-se uma das características fundamentais de seu trabalho: a busca por compreender o ser humano não apenas por aquilo que ele apresenta exteriormente, mas também pela maneira como pensamento, comportamento, imagem e expressão se encontram.
Durante seis anos, atuou como professor de Ensino Médio. Posteriormente, direcionou sua trajetória profissional para o universo da beleza, da imagem e da estética, área na qual atua desde 2006.
Sua formação como Estilista de Moda em Cabelo, construída a partir de métodos da Academia Magno Alves e de referências da escola Llongueras, da Argentina, abriu caminho para uma atuação cada vez mais ampla. Ao longo dos anos, aprofundou conhecimentos em Cosmetologia, Tricologia, Colorimetria e Visagismo, transformando o cabelo e a imagem em instrumentos de leitura, expressão e comunicação.
VISAH — UMA TRAJETÓRIA NO VISAGISMO
É dentro desse percurso que nasce e se desenvolve a Visah, projeto que representa uma parte fundamental da trajetória profissional de Márcio Nai.
Mais do que um espaço destinado ao cabelo, a Visah foi concebida como uma experiência de Visagismo, imagem, fotografia e expressão, estabelecendo uma maneira própria de compreender a relação entre pessoa, aparência e identidade.
Seu trabalho parte da compreensão de que uma imagem não é construída apenas por cortes, cores ou formas. Ela comunica. Revela intenções, comportamentos, características e maneiras de ocupar o mundo.
Ao longo de sua trajetória, Márcio Nai desenvolveu e aplicou uma abordagem própria de Consultoria de Visagismo e Imagem, trabalhando com elementos como linguagem das formas, geometria, proporção, leitura facial, psicologia da imagem, arquétipos, comportamento e comunicação não verbal.
Em sua prática, o rosto deixa de ser apenas uma superfície estética e passa a ser compreendido como um território de expressão.
A análise da imagem, portanto, não se limita à pergunta “qual corte combina comigo?”, mas procura alcançar questões mais profundas:
Quem sou?
O que comunico?
Como sou percebido?
Minha imagem corresponde àquilo que desejo expressar?
Essa perspectiva fez com que seu trabalho ultrapassasse os limites tradicionais do salão de beleza, aproximando o Visagismo da consultoria, da psicologia da imagem, da linguagem visual e da expressão individual.
A Visah também desenvolveu modalidades presenciais e online de consultoria, alcançando pessoas em diferentes regiões do Brasil e também fora do país.
Em determinados períodos de sua história, a Visah chegou a trabalhar com uma equipe de profissionais e desenvolveu também o conceito de Visah Delivery, levando o atendimento até o cliente.
Hoje, em uma nova fase, Márcio Nai retoma e reorganiza essa trajetória, preservando aquilo que considera essencial em sua metodologia: a imagem como linguagem e o indivíduo como centro da experiência.
O ARTISTA
Paralelamente à trajetória no Visagismo, Márcio Nai desenvolveu uma produção artística que atravessa diferentes linguagens.
É escritor, poeta e compositor, além de desenvolver trabalhos relacionados à música, fotografia e teatro.
Sua escrita possui forte caráter poético e reflexivo. Em seus textos, aparecem temas como existência, identidade, amor, consciência, coragem, transformação, percepção e os mistérios da experiência humana.
Entre suas obras está o universo de “Diálogos de Walenttino”, projeto literário que reúne prosa poética, diálogos, monólogos e personagens em uma construção própria, na qual literatura e pensamento caminham juntos.
Também fazem parte de sua produção livros como “Anônimo — Um Viver Além da Vida”, publicado no Brasil, e “A Libélula se Solta aos Poucos — Revelação”, entre outras obras de sua trajetória literária.
Sua produção escrita não procura apenas contar histórias. Muitas vezes, procura provocar o leitor.
É uma escrita que nasce do diálogo entre o que é visto e aquilo que permanece escondido.
MÚSICA
Na música, Márcio Nai desenvolve suas próprias composições e melodias, transitando entre canção, poesia e experimentação.
Sua produção musical inclui trabalhos autorais como “Canto de Dentro”, “D'Amor”, “A Cura da Dor”, “Não Tenho Mais Medo”, “O Que é Real”, “Estrelas Desçam Agora” e outras composições que fazem parte de seu percurso artístico.
Em suas canções, palavra e melodia aparecem como extensões de uma mesma linguagem.
A música surge, assim, como outro modo de dizer aquilo que a palavra isoladamente não consegue alcançar.
Seu trabalho musical também se encontra em plataformas digitais e integra o movimento de expansão de sua produção artística.
TEATRO, PALAVRA E PRESENÇA
A dimensão teatral também ocupa espaço em sua criação.
A experiência com personagens, diálogos, monólogos e presença cênica aparece tanto em sua produção literária quanto em seus projetos audiovisuais.
Em trabalhos como “Diálogos de Walenttino”, a palavra assume corpo, voz e presença, aproximando literatura e teatro.
É nesse território que Márcio Nai explora uma de suas características mais marcantes como criador: transformar pensamentos e textos em experiências que possam ser vistos, ouvidos e sentidos.
FOTOGRAFIA E IMAGEM
A fotografia também integra sua formação e sua linguagem artística.
Seu olhar fotográfico está profundamente ligado à compreensão da imagem humana. Não se trata apenas de registrar uma pessoa, mas de buscar aquilo que acontece no instante em que ela se revela diante da câmera.
Essa experiência dialoga diretamente com sua atuação no Visagismo.
Visagismo e fotografia tornam-se, em seu trabalho, duas maneiras diferentes de observar a mesma coisa: o ser humano em sua expressão.
UM PERCURSO ENTRE DIFERENTES CAMPOS
Ao reunir essas experiências, Márcio Nai construiu uma trajetória que não cabe em uma única profissão.
Professor.
Visagista.
Consultor de imagem.
Estilista de cabelo.
Fotógrafo.
Escritor.
Poeta.
Compositor.
Músico.
Criador.
Artista.
Cada uma dessas áreas alimenta a outra.
A Filosofia amplia sua pergunta sobre o ser humano.
As Letras aprofundam sua relação com a palavra.
O Visagismo amplia sua percepção da imagem.
A Fotografia desenvolve seu olhar.
A Música transforma pensamento em som.
A Literatura transforma experiência em palavra.
O Teatro transforma palavra em presença.
E a arte reúne tudo.
MÁRCIO NAI HOJE
Atualmente, Márcio Nai concentra sua produção artística e intelectual em diferentes frentes.
Na Visah, mantém sua atuação ligada ao Visagismo e à Consultoria de Imagem.
No campo artístico, dedica-se à produção de livros, músicas, poesia, teatro, fotografia e conteúdos audiovisuais, reunindo essas linguagens em um universo autoral que encontra neste espaço sua casa.
Este site nasce justamente para reunir essa produção.
Aqui estão os livros, as músicas, os textos, os projetos e as diferentes manifestações de um percurso que continua em construção.
Porque, para Márcio Nai, criar nunca foi separar as coisas.
É justamente aproximá-las.
Imagem e palavra.
Corpo e pensamento.
Beleza e identidade.
Música e silêncio.
Literatura e teatro.
Profissão e arte.
Experiência e criação.
Tudo faz parte do mesmo movimento.
E talvez seja essa a melhor maneira de compreender sua trajetória:
um homem que fez da própria experiência um campo permanente de investigação, expressão e criação.
Márcio Nai
Artista. Escritor. Compositor. Visagista.
Um percurso entre a imagem, a palavra, a música e a presença.


Marcio Nai
UNI-VERSOS
“Em última instância, tudo não passa de uma dança em forma de música.”
Com essas palavras de uma de minhas canções, dou-lhes boas-vindas ao meu coração.
Este site respira.
Respira arte, palavra, música, imagem e tudo aquilo que, antes de ser obra, foi encontro.
Aqui, você não encontrará apenas aquilo que fiz.
Encontrará aquilo que me atravessou.
Coragem?
Sim.
Foi tudo o que tive para vir, estar e fazer.
Para dar o grito encomendado.
Amar. Amor. Reino amar.
Talvez, no começo, seja difícil engolir tudo isso por aqui.
Vá aos poucos.
Cada gole pode ser um pequeno ato de despertar.
Se algo em você se mover, não tenha pressa de compreender.
Deixe o lago serenar depois da pedra.
Há uma chave no fundo.
E talvez seja justamente você quem precise mergulhar para encontrá-la.
